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Minha história: A importância de enfrentar e curar as feridas do passado para alcançar a plenitude e bem-estar emocional.

Foto do escritor: Edla  Santa BrígidaEdla Santa Brígida

Atualizado: 8 de nov. de 2024




Durante anos, eu (Edla Santa Brígida) sentia que não era a pessoa preparada e reconhecida profissionalmente que gostaria de ser. Havia em mim uma tristeza constante, uma sensação de desconexão, como se a felicidade não fosse algo que eu pudesse alcançar.


Mesmo cercada por meus filhos, esposo e pessoas queridas, parecia que meu lugar não era aqui. O medo da solidão coexistia com um desejo profundo de me isolar, de estar longe de tudo e de todos. Ao mesmo tempo, fazia tudo para todos ao meu redor, e a sobrecarga de tarefas e expectativas aumentavam. Eu carregava um medo constante de não ser aceita, o que me impedia de dizer "não". Esse ciclo de insatisfação e exaustão me aprisionava, e eu não conseguia entender de onde vinha essa dor e essa sensação de abandono.


Foi com a hipnoterapia que pude mergulhar nas raízes dessa dor, que descobri estar associada a experiências da minha infância. Uma verdade é que 80% dos problemas emocionais que enfrentamos na fase adulta têm origem na primeira infância, entre 0 e 7 anos, quando nossas experiências são registradas na memória de longo prazo — o subconsciente. Esse subconsciente, embora silencioso, comanda boa parte da nossa mente e, por consequência, nossas emoções e atitudes como adultos.


Feridas emocionais não resolvidas nos fazem reviver sentimentos dolorosos que impactam nosso dia a dia e as nossas relações, muitas vezes de maneira inconsciente.


Segundo a autora Lise Bourbeau, existem cinco feridas emocionais principais: o abandono, a traição, a injustiça, a humilhação e a rejeição. Essas feridas são capazes de afetar profundamente nossa vida, limitando a possibilidade de uma existência plena e feliz. No meu caso, o abandono que experimentei na infância criou uma sensação de vazio que me seguiu por muitos anos. A hipnoterapia me ajudou a confrontar e a transformar essa dor, permitindo-me compreender que a criança que fui ainda se expressava nos desafios da adulta que sou hoje. Ao reprocessar essas emoções, consegui alcançar uma paz que jamais imaginei, um renascimento para a felicidade e uma vida emocional mais saudável e livre.

 
 
 

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